A Mais
Antiga Luta Do Ser Humano
É A Disputa Interna Entre O “Ter” E O “Ser”.
E “Assim
Caminha A Humanidade”,
Onde O “Ter” Ganha Força Com A Promessa De Que Tendo,
Você Terá Maior Chance De “Ser” Alguém.
Difícil
É Encontrar Alguém
Que Nunca Se Ajoelhou Diante Do Encanto Em “Ter”,
Sendo
Hipnotizado E Conduzido
Ao Apego Deste Poder Tão Tentador
E Não Se Deixar Levar Pela Sedução Do Luxo,
Do Encanto E Do Prazer.
De Todas
As Promessas Tentadoras Do “Ter”,
Nenhuma É Maior E Mais Eficiente
Do Que O
Efeito Do Imediatismo,
Sim, Aceite Agora E Pegue O Desejado;
Pelo
Contrário, O “Ser”,
Parece Planos E Sonhos De Um Futuro Bem Mais Distante
Que
Nos Exige Uma Longa E Árdua Jornada,
Até Mesmo, Um Caminho Deserto, Solitário,
Sem Plateia E Sem Mesmo, Nenhum Glamour.
Mesmo
Alcançando O Sucesso Em “Ter”,
Nada Material Poderá Preencher O Vazio Em Nada
“Ser”;
O “Ter” É Tentador E Imediato, Mas Ao Final,
O “Ser” É Completo E
Essencial, É Deveras, Extraordinário.
Somente
“Ter” Faz Com Que Nosso Valor Pessoal
Seja Medido Apenas Pelo Bem Material
Adquirido,
Um Bem Geralmente Não Durável
Que O Próprio Tempo Pode Desgastar Ou
Desvalorizar;
Enfim,
Na Condição De “Ter”
Não Sabemos Se Possuímos Ou Se Somos Possuídos,
Seremos
Eternos Escravos Em Guardar E Vigiar
Um Bem Material De Valor Sempre
Questionável E Bastante Variável.
Já A
Escolha Em “Ser”,
O Tempo Não Terá Poder Sobre O Que
Sabemos Ou Em Quem Nos
Tornamos,
Um Bem Que Não Poderá Ser Roubado, Apenas Compartilhado.
Um Ladrão
Pode Lhe Roubar Um Bem Material,
Mas Não Consegue Roubar Seu Conhecimento,
A
Sua Formação Profissional, A Sua Experiência De Vida.
Sua Alegria Está Em Quem
Sois E Não,
Em Um Mero E Frágil Objeto.
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Seu Autor Desconhecido >>

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